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Artecultor... Arte pela Arte
 

A festividade inicia-se uma semana antes, com a passagem "Busca dos Mastros". Barcos e canoas são adornadas para levar  mordomos, procuradores e  juízes pelas matas para encontrar as toras que servirão de mastro, para a abertura da festa. Os troncos escolhidos são enfeitados com folhas, flores e frutos e levantados em competição acirrada entre homens e mulheres para ver qual do grupo consegue levantar o mastro primeiro.

A festa do Çairé começa em uma quinta-feira com uma procissão e carrega os mastros preparados uma semana antes. Um deles é levado por homens e o outro por mulheres. Na frente do cortejo, segue a Saraipora, a mulher que conduz o Çairé.

A procissão se repete todos os dias ao meio-dia com um breve ritual em torno dos mastros. Às sete horas da noite ela contorna a praça e dirige-se para o Barracão do Çairé onde é cantada a ladainha, em latim. Todos os dias no encerramento há a cerimônia do Beija Santo. A juíza, sentada em uma cadeira, com uma estola branca no colo, coloca a Coroa que representa o Espírito Santo. Obedecendo a uma hierarquia vão, o juiz, os mordomos, os procuradores e demais assistentes, que reverenciam e beijam a Coroa. No momento em que a juíza vai fazer a reverência é o juiz que da mesma maneira coloca a estola e deposita a Coroa no colo.

O grande evento conta ainda com torneios esportivos e um festival folclórico, com apresentação de grupos que mostram ao público toda a riqueza cultural da região.

Paralelo ao lado religioso há a famosa disputa dos botos Tucuxi e Cor de Rosa. Esse confronto surgiu em 1997, com objetivo de preservar e divulgar essa lenda que é um dos mais perfeitos retratos da Amazônia.

Um espaço físico conhecido como Çairódromo serve de palco para realização dos shows musicais e a apresentação cênica dos botos. Com belas e criativas fantasias, além de alegorias gigantescas Tucuxi e Cor de Rosa, resgatam lendas da cultura amazônica, atraindo milhares de pessoas à hoje conhecida como "caribe dos rios", Alter do Chão. A 32 Km de Santarém, essa aldeia de pescadores situa-se no coração pulsante da Amazônia. Localizada à margem direita do rio Tapajós (afluente do rio Amazonas), famoso pela cor esmeralda de suas águas, é aqui que encontramos o quadro mais bonito pintado pelos deuses indígenas: praias exóticas e primitivas de areias alvíssimas que formam cordões dourados ao longo do rio, dunas e mangue, tornam o lugar um verdadeiro paraíso caribenho, que já é parada obrigatória dos cruzeiros marítimos.

A vila de Alter-do-Chão abriga ainda, um Centro para Preservação da Arte, da Cultura e da Ciência Indígena (CPAI), conhecido como Museu do Índio, onde podem ser encontrados objetos raros e a história de 70 tribos da região amazônica.



Escrito por Joni Bigoo às 16h14
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Festa do Çairé, em Santarém do Pará

A palavra Çairé origina-se dos dois termos Çai Erê, que significa “Salve! Tu o dizes”, que era usada pelos índios como forma de saudação.


Originariamente, a Festa do Çairé era um baile indígena (puracê), cujos festejos, revelavam desde o primeiro século da colonização, já a influência das missões católicas. Era uma "corda em giro", ou melhor, uma espécie de dança de roda conduzida por um "arco", que era o motivo indígena desse préstito e festival, o centro geométrico de um animado puracê (baile). Tal arco era um semi-círculo com diâmetro e raios todos assinalados em algodão, onde deles pendem fitas vermelhas. Era ornamentado ainda, com uma cruz forrada e enfeitada, revelando o símbolo católico que o jesuíta acrescentou ao outro símbolo pagão o qual, pela forma geométrica revelada, denotava sua origem em povos americanos de civilização mais avançada, quais os astecas e os incas. É um exemplo de como foi o missionário mestiçando a fé católica, através da dança e do canto, para catequizar o índio e dominá-lo por fim. Transformou-se portanto, em uma cerimônia religiosa e profana, onde entram nela a reza e a dança. Essa, consistia em passos curtos, como o de marcar passos dos soldados, com um movimento em que uma índia do centro servia de eixo sobre o qual girava o Çairé.

O cântico era uma melopéia triste, monótona e rouca. E os versos?...

"Ito camuti pupé neiassucá pitani puranga ité", assim traduzidos:

"Em uma pia de pedra foi batizado um belo menino".

E logo o estribilho por todos repetido:

"É Jesus, é Santâ Maria.

"Santa Maria cunhã poranga imembira iaué catu, iputira ipop".

 

Tradução:

"Santa Maria é uma mulher bonita e seu filho como ela, com uma flor na mão".



Escrito por Joni Bigoo às 16h12
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Achei na rede!

A incrível jornada Chuck Norrística!

* Chuck Norris fez Bill Gates preferir o Linux.

* Chuck Norris é o pai de Darth Vader

*  Uma  vez Chuck Norris e Super Homem apostaram uma queda de braço. O
combinado  foi  que  quem  perdesse usaria a cueca por cima da calça a
vida toda.

* Chuck Norris faz cebolas chorarem.

*  A  fórmula  química das substâncias mais tóxicas começam com CN. As
iniciais de Chuck Norris. Isso não é uma coincidência, acredite.

* Chuck Norris já acessou a internet atraves de um Pense Bem.

*  Quando  Chuck  Norris  joga  Banco Imobiliario ele afeta a econômia
mundial.

*  O  bicho  papão  olha  embaixo  da  cama  todo  dia antes de dormir
procurando por Chuck Norris.

*  Chuck Norris não precisa de controle remoto. Ele apenas olha para a
TV e ela muda de canal de medo.

·          * A diferença entre o Super Homem e Chuck Norris é: Um é forte, veloz,
pode  cair de alturas inimagináveis, e é considerado um Super Herói. E
o outro é apenas um Kryptoniano viadinho.

*  Se  você acordou pela manhã, quer dizer que Chuck Norris poupou sua
vida.

"Chuck Norris vê sinais de "Pare" como um desafio."

"Chuck  Norris  trabalhou como negociador da polícia. Seu trabalho era
ligar para os sequestradores e dizer 'aqui é Chuck Norris'."

"Chuck  Norris  guarda  suas  lentes  de  contato em um recipiente com
pimenta malagueta."

"Chuck Norris inventou a colher. Matar com facas estava perdendo a
graça."

"A última vez que Chuck se zangou, a crosta terrestre se dividiu em 5
partes."

"Água mole e pedra dura , tanto bate até que Chuck Norris encha o saco
e acabe com as 2 ! "

"Os homens tem direito a vida, Chuck Norris discorda"

"Um dia Chuck Norris quis um refrigerante, nasceu o absinto"

"Chuck Norris e contra as armas... ele não gosta de concorrencia"

"Chuck Norris não pega em armas para matar. Ele mata para pegar em
armas"

"Calcularam infinito + 1... a resposta é Chuck Norris! "

"Seres são feitos de carbono, Chuck Norris e feito de TESTOSTERONA! "

"Ainda não descobriram todos os elementos da tabela periodica... Chuck
Norris não faz exames de sangue! "

"Chuck Norris ganha do espelho no par ou impar... pedindo IMPAR!!!"

"Com fé, o homem move montanhas!! Com uma voadora, Chuck Norris move
um continente!!"

"Após uma guerra nuclear...apenas duas coisas sobreviveriam...baratas
e Chuck Norris!"

*Chuck Norris bateu duas pedras para sair faíscas e nasceu o Sol.

*Chuck Norris chutou o Canadá e nasceu a Groelândia.

*Depois  das  Tsunamis,  Chuck  Norris prometeu que não vai mais lavar
suas havaianas no mar.

*No  primeiro  "Parque  dos Dinossauros" o Tiranossauro Rex não estava
perseguindo  o jipe. Chuck Norris estava perseguindo o Tiranossauro. E
o jipe.

*Tudo  que  Midas  tocava virava ouro. Tudo que Chuck Norris toca vira
adubo. Incluindo Midas.

*O pulso de Chuck Norris é medido na Escala Richter.

*Mistério na ilha de "Lost"? Chuck Norris.

*Chuck Norris não segue tendências. As tendências seguem Chuck Norris.
Aí  então,  as  tendências  acabam. Afinal, ninguém segue Chuck Norris
impunemente.
 



Escrito por Joni Bigoo às 12h52
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Curta Mais essa!

Promover a difusão de curtas e médias metragens através da realização de sessões semanais que serão transformadas em um programa de TV a ser exibido, também semanalmente, pela TV Comunitária Cidade Livre. Este é o principal objetivo do Projeto CURTAS CREC que terá início na próxima segunda-feira (6), a partir das 20h, no Ponto de Cultura Rio Claro, com entrada franca. Segundo o Presidente do Centro Rioclarense de Estudos Cinematográficos (CREC), João Baptista Pimentel Neto “a idéia é multiplicar o número de espectadores atingidos pela realização das sessões do cineclube, através da produção de um programa de TV que será exibido na grade de programação da TV comunitária local”.


Escrito por Joni Bigoo às 12h27
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Recebido e Repassado. Vamos nessa!

Secretaria de Estado da Saúde
Assessoria de Comunicação - ASCOM

Convite à Imprensa

Nesta segunda-feira, 6 de março, será lançado em todo o Brasil a Campanha
Nacional de Vacinação contra o Rotavírus. No Amapá teremos um encontro
entre o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Abelardo Vaz e a Imprensa, para
explicar o que é o Rotavírus e como combatê-lo.
Convidamos todos os veículos de comunicação, impressa, falada e televisiva
do Estado para este momento de esclarecer e socializar informações. A
presença de todos é de fundamental importância.
Data: 06 de março de 2006 (segunda-feira)
Hora: 11 horas
Local: Auditório da SESA (Avenida FAB, 69)


Randolph Scooth
Ascom – SESA – GEA

Informações sobre a doença

Um vírus chamado rotavírus é um dos principais responsáveis pelas
diarréias nas crianças. Até os 3 anos de idade, quase todas elas já
tiveram ao menos um contato com este vírus. As diarréias também podem ser
causadas por bactérias, parasitas ou toxinas produzidas por
microorganismos que contaminam os alimentos.

O rotavírus é um dos principais responsáveis pelas diarréias nas crianças.
Até os 3 anos de idade, quase todas elas já tiveram ao menos um contato
com este vírus. As diarréias também podem ser causadas por bactérias,
parasitas ou toxinas produzidas por microorganismos que contaminam os
alimentos.
O primeiro ataque do rotavírus ocorre na grande maioria dos casos entre os
3 e os 24 meses de idade, quando ainda não se desenvolveram defesas
efetivas contra esta infecção. O vírus se transmite de uma criança a outra
através das fezes e às vezes através da saliva; seu filho pode ser
contaminado na creche, numa festa de aniversário ou pelo contato com o
irmão ou outras pessoas. Os sinais iniciais são vômitos e febre, seguidos
de diarréia que pode perdurar por até 7 dias.
Se a gatroenterite por rotavírus não for corretamente tratada, poderá
ocorrer o óbito, já que uma criança pode ficar desidratada grave com 10 a
20 evacuações diárias.

Escrito por Joni Bigoo às 12h17
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AÇAÍ
Pesquisas mostram que alimento é rico em ferro e vitaminas e ajuda a combater doenças como a anemia
Frutas e peixes compõem dieta da ilha

do enviado especial à Ilha de Marajó

A casa simples de madeira é sustentada por palafitas, às margens do rio Cajubinha, próxima ao município de Muaná. Sobre a mesa arroz, feijão, carnes, saladas, suco de cupuaçu e, indispensável nas refeições, o açaí.
"Aqui no Marajó pode ter pobreza, como em todo o país, mas não há miséria. Ninguém morre de fome. Peixe, açaí e outras frutas não faltam", diz Maria do Socorro Fernandes Magalhães, 37, uma das produtoras da Ilha de Marajó que mantém um açaizal no fundo de sua casa, às margens do rio Cajubinha.
O açaí é uma fonte rica de ferro, elemento indispensável para prevenir, por exemplo, a anemia.
Além de conter vitaminas B1, B2 e C, o açaí é rico em antocianinas, pigmentos responsáveis por sua cor característica. Pesquisas recentes mostraram que esses pigmentos desempenham o papel de potentes antioxidantes. Comprovaram que esses antioxidantes melhoram a coordenação motora, a memória e a visão.
Também combate os chamados radicais livres, responsáveis pela formação de células que aceleram o envelhecimento precoce e provocam uma série de doenças, entre elas o câncer.
Essas informações são da professora titular de nutrição Jocelem Mastrodi Salgado, da Esalq/ USP, de Piracicaba (SP), especialista em alimentos funcionais.
O Poema (Programa Pobreza e Meio Ambiente na Amazônia), da Universidade Federal do Pará, pesquisa um formulado em pó, feito de açaí, farinha da casca de banana, buriti e acerola, entre outros, com o objetivo de colocá-lo na merenda escolar.
Há dois tipos de açaí: o roxo e o branco. Na Ilha de Marajó, o primeiro é popularmente conhecido como preto. "Se come em duas bocadas", diz Magalhães, explicando que os marajoaras na maioria das vezes comem o açaí juntamente com a refeição.
"A tigela com açaí está sempre à mesa. Até mesmo na ceia de Natal e na virada do ano", diz ela.

Palmeira à vista
Repleto de redes coloridas e gente para todos os cantos, o barco que sai de Belém com porão carregado de mercadorias demora cerca de seis horas para chegar a Muaná, a "capital" do açaí.
Originária da aldeia dos índios muanás, a cidade é uma das mais importantes do arquipélago, que possui a maior ilha fluvio-marítima do mundo, com uma área de 50 mil km2, superior a alguns países europeus e um dos mais importantes santuários ecológicos do planeta.
Caso seja dia, de longe se avista essa palmeira típica da Amazônia. Em muitos açaizais da região de Muaná é comum a palmeira dividir espaço com outras, como o buriti e a caraná, além de frutíferas (manga e goiaba) e espécies de madeiras típicas da região.
A área natural de dispersão do açaí é formada por várzeas inundáveis. O período de maior precipitação no Marajó vai de fevereiro a maio, quando dois terços da ilha ficam completamente alagados.
No caminho à ilha, nativos narram lendas sobre botos, bichos estranhos da floresta e também em torno de supostos benefícios do consumo de açaí e de seu palmito. Muita gente consome, mas não tem conhecimento que da palmeira de açaí também é extraído o palmito, além da fruta.
Raimundo Oliveira da Silva, 74, diz que começou a comer açaí como "papinha", quando era um bebê. Hoje, Silva vive em uma palafita com dois filhos na Ilha de Marajó. "Nunca fiquei um dia sem comer pelo menos duas tigelas." Para ele, o alimento tem poder afrodisíaco.
(RO)


Escrito por Joni Bigoo às 12h40
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O Maná da Amazônia

AÇAÍ
Empresa oferece assistência técnica aos pequenos agricultores, que estão aumentando a produtividade
Tecnologia permite duas safras ao ano

do enviado especial

Integrados à natureza, eles conhecem a hora que a direção da maré do rio se altera e os perigos da floresta, como o de encontrar uma onça no momento da colheita, mas desconhecem técnicas agrícolas que permitem aumentar a produção de açaí, palmeira típica da região amazônica.
Essa era a situação dos 27 produtores de açaí da Aprodap (Associação de Pequenos Produtores para o Desenvolvimento Agroambiental de São Miguel do Pracuúba), que fica em um vilarejo com cerca de mil habitantes em São Miguel do Pracuúba, distrito de Muaná, na Ilha de Marajó.
Às margens do vilarejo, está o rio Pracuúba, de onde parte e aonde chega tudo o que o vilarejo necessita para sua sobrevivência, além de ser uma importante fonte de alimentação e de comércio.
Quase todos os moradores de São Miguel do Pracuúba, distante três horas de barco de Muaná, vivem do açaí, do palmito e da pesca. No final do ano passado, a associação fechou uma parceria com a empresa Muaná Alimentos, que mantém uma fábrica de palmito e açaí em Muaná.
Em média, esses agricultores mantêm o açaizal nativo em áreas de 2 ha. Nunca haviam adotado métodos de manejo, como podas em árvores acima de oito anos, limpeza dos pés sem desmatamento ou a precaução de ainda não retirar a rebrota.
Essas técnicas estão sendo repassadas pela Muaná por meio de um nativo que vive no meio do açaizal desde criança, Raimundo Pantoja da Costa, 48, conhecido entre os ribeirinhos por Neco.
"Antes disso, o produtor só via o pé de açaí na hora da colheita", diz Neco, encarregado de campo da Muaná Alimentos, responsável pelo contato direto com os produtores rurais.
O repasse de tecnologia está dando resultados. Pela primeira vez, os pequenos produtores vão colher duas safras de açaí em um ano, com uma produção média de mil latas de 14 kg/dia no ápice da colheita, que vai de junho a novembro, apesar deles não saberem a quantidade certa de açaí.
"Apesar de a empresa pagar valor de mercado, temos a garantia de compra, o que elimina atravessadores. E não precisamos sair procurando comprador", diz o agricultor Benoar Monteiro dos Santos, 48, integrante da associação. O agricultor recebe da Muaná R$ 5 pela lata de 14 kg de açaí.
A associação também conseguiu, há cinco meses, da Prefeitura de Muaná a doação de uma área de 9 ha de açaizal para ser explorada por oito agricultores, com previsão de cada um colher dez latas de açaí por dia. Aguarda agora outros 25 ha prometidos.
Com o aperfeiçoamento das técnicas, eles esperam dobrar a produção de açaí em 2001.

Terra alheia
Mas os 27 produtores de açaí da Aprodap enfrentam um problema muito mais grave, que os impede, por exemplo, de conseguir recursos oficiais, como o Pronaf (destinado à agricultura familiar).
Eles não detêm o título de posse definitivo das pequenas propriedades onde vivem e plantam.
"Para que isso ocorra, falta pouco", afirma Lorenzo Giunta, 29, diretor da Muaná Alimentos. A empresa está ajudando os pequenos agricultores a conseguir o título, segundo Giunta.
No meio da floresta, cercados de rios, riachos e igarapés, os produtores rurais de São Miguel do Pracuúba estão longe da burocracia.
"Estamos assumindo o compromisso de aumentar a produção e entregá-la à Muaná. Infelizmente, não temos condições financeiras nem dispomos de mecanismos jurídicos para conseguir o título de posse definitivo da terra, com o que pretendemos ter um pouco de dignidade", diz o produtor Raimundo Vitor Negrão Ferreira, 35, um dos líderes e articulador da associação.
O presidente da Ação Social, órgão integrado ao palácio do governo do Estado do Pará, Ronaldo Barata, 57, garante que os pequenos agricultores de São Miguel do Pracuúba não serão prejudicados.
Se para os agricultores não há dúvida de que a terra é deles, o governo não tem a mesma certeza: ainda não sabe se a área pertence ao Estado do Pará ou à União.
"Se chegarmos à conclusão de que a terra pertence ao Estado do Pará, ela será doada aos pequenos agricultores", disse Barata. Segundo ele, no caso das terras serem de fato da União, poderá ser feita a concessão de empréstimo aos produtores, que deverão arcar com o tributo de ocupação.
Pela Constituição, as terras da Ilha de Marajó são da União, afirma Adalberto Iannuzzi Alves, 44, técnico do CNPT (Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentado das Populações Tradicionais), órgão do Ibama, que diz, porém, desconhecer o problema dos produtores de São Miguel do Pracuúba. (RO)



Escrito por Joni Bigoo às 12h39
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ILHA DE MARAJÓ
Empresa do Pará vai exportar produção de comunidades ribeirinhas para a Europa e os EUA
Açaí marajoara quer ganhar o mundo

Jorge Araújo/Folha Imagem

Os irmãos Anderson, 16, e Alex Oliveira da Silva, 10, com balaios de açaí recém-colhido, às margens do rio Cajubinha, na região de Muaná, um dos 12 municípios que compõem a Ilha de Marajó



ROBERTO DE OLIVEIRA
enviado especial à Ilha de Marajó

A força da religiosidade não conteve a ironia dos vizinhos de Alex Oliveira da Silva, 10, que o apelidaram de Capeta por suas estripulias de moleque ribeirinho. Aos 2 anos, mal saído das fraldas, Capeta ensaiava as primeiras braçadas nas águas barrentas do rio Cajubinha. Aos 5, já trepava em palmeiras atrás de açaí.
Na região de Muaná, um dos 12 municípios da Ilha de Marajó, ninguém ralha com essas travessuras. Saber nadar é uma habilidade indispensável, uma questão de sobrevivência, assim como subir nas árvores à cata do açaí, alimento básico na dieta marajoara.
Natural dos solos ricos em material orgânico da Amazônia, a fruta faz parte do dia-a-dia de ribeirinhos, ilhéus e paraenses.
A polpa macerada, in natura ou misturada à farinha de mandioca, acompanha todas as refeições, do café da manhã ao jantar.
Para surpresa dos próprios marajoaras, a pequena frutinha da floresta virou moda, há dois anos, em grandes centros urbanos, como Rio de Janeiro e São Paulo, principalmente entre os esportistas, por conta de suas propriedades energéticas, e espalhou-se em outras regiões do país.
Agora, a tradição paraense pode ganhar o mundo, por meio de um projeto que pretende transformar o açaí em uma espécie de fruta-símbolo da preservação da floresta amazônica.
Com recursos (US$ 1,1 milhão) do Fundo Terra Capital, organização internacional que destina verbas do Banco Mundial, do Japão e da Suíça a projetos industriais que contribuam para a preservação do meio ambiente, a Muaná Alimentos vai iniciar em 2001 a exportação de polpa concentrada de açaí para os EUA e para a Europa.
A empresa, que mantém há seis anos uma fábrica em Muaná (80 km de Belém), faturou US$ 4 milhões no ano passado com a produção de 540 t de palmito (1,8 milhão de potes de 300 g) e 250 t de açaí em polpa.
Emprega cem funcionários na fábrica em Muaná e compra palmito de açaí e açaí de cerca de 60 produtores da Ilha de Marajó.
A meta da Muaná Alimentos é triplicar o faturamento até 2003, com a produção de 1.800 t de polpa de açaí e 1.200 t de palmito.
Os recursos do Fundo Terra Capital são administrados pelo Banco Axial, de São Paulo, que gerencia investimentos para financiar projetos ambientais.
Parte do dinheiro será destinada a projetos sociais nas comunidades ribeirinhas, como a manutenção de barcos para transportar as crianças para as escolas da ilha. Uma das preocupações do projeto é manter as crianças na escola.
Nas comunidades ribeirinhas, é comum os filhos ajudarem o pai na pesca e na colheita do açaí, hábito herdado das tribos indígenas.
Além disso, a empresa se compromete a comprar toda a produção dos pequenos agricultores de São Miguel do Pracuúba, distrito de Muaná, eliminando os atravessadores e repassando técnicas agrícolas aos produtores rurais.
Pelo contrato, a Muaná deve desenvolver métodos que garantam a biodiversidade da floresta, além de fornecer assistência técnica aos produtores de açaí.
Entre as técnicas repassadas pela empresa aos pequenos produtores, como os de São Miguel do Pracuúba, está a poda de antigas palmeiras de açaí, que apresentam baixa produtividade e oferecem riscos aos trabalhadores no momento da colheita da fruta.
Na região de Muaná, a empresa mantém uma área de 8.000 ha de açaizal, sendo 4.200 ha usados em manejo florestal, nos quais há 400 ha de preservação permanente, área que serve de referência para o trabalho de manutenção da biodiversidade na ilha.



Escrito por Joni Bigoo às 12h39
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Registro versus liberdade

Artigo - Mauricio Lopes de Oliveira

Jornal do Brasil

16/2/2004

A Associação Brasileira de Propaganda (ABP) acaba de efetivar o funcionamento da Entidade Depositária da Criação de Propaganda, que fará o registro de idéias publicitárias e dará proteção máxima contra coincidências, pelo menos é o que promete o anúncio publicado em diversos jornais do país.

Segundo Armando Strozenberg, presidente da ABP, ''o grande benefício desse projeto é a garantia de anterioridade. Pela primeira vez no mercado brasileiro, a agência terá um comprovante de que determinada idéia é sua, mesmo antes de ela ter sido veiculada em qualquer campanha''.

Ora bem, só esqueceram de avisar à ABP que idéias têm livre curso, sendo insuscetíveis de apropriação, pois, inclusive por registro. Aliás, o registro autoral não é - per se - constitutivo de direito. O direito de exclusivo sobre determinada obra nasce da sua exteriorização, não do registro respectivo.

A Lei 9.610/98 dispõe expressamente, no seu artigo 8º, inciso I, que as idéias não são objeto de proteção autoral. Decisões exaradas pelos tribunais pátrios há ratificadoras de que livres são as idéias. Veja-se, por exemplo, excerto de decisão lavrada pelo egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro: ''A lei não estende a proteção às simples concepções ideais (...). A idéia pura é que veio a ser utilizada pela ré, não constituindo tal fato violação de direito autoral.''

Interesse público há-o na reutilização de pensamentos alheios, ao menos na exploração da idéia por meio dela mesma. Não existe a idéia original absoluta. Tudo se constrói sobre bases anteriores e em nada do que é humano pode a pureza ser encontrada.

Nenhum artista está isento de influências. Paul Valéry, por exemplo, não só admitiu a influência alheia em sua obra como, também, reconheceu ter se apropriado de idéias contidas em obras de terceiros. Valéry, tomando como referência a influência de Poe na obra de Baudelaire, admite poder o homem apropriar-se daquilo que lhe ''parece'' ter sido feito exatamente para ele, ou, por ele, tanta é a conformidade. Carlos Drummond de Andrade aceitava as ''ascendências'' com lucidez e sábia humildade - ''são todos meus irmãos'', dizia em relação aos poetas cujas idéias incorporara à sua.

Tivesse Adão tido o copyright do sexo, a propagação da espécie ter-se-ia cingido ao pagamento de royalties. A vida, se a não pode registrar. As idéias, tampouco.

O registro de idéias publicitárias para garantir um suposto direito autoral é um equívoco. Acaso o primeiro publicitário que utilizou um animal em uma propaganda tivesse direito exclusivo sobre a utilização de bichos em peças publicitárias, teria ele o poder de impedir que concorrentes utilizassem cães para vender ração.

Enfim, à ABP deixo um conselho, mesmo não mo tendo ela pedido: se, efetivamente, quiser fazer um benefício às idéias publicitárias, que as deixe livres, livres de registro.

Mauricio Lopes de Oliveira, mestre em Direito pela Universidade de Montpellier I, é professor da Fundação Getúlio Vargas

 



Escrito por Joni Bigoo às 12h06
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Pára Pedro, Pedro pára!

SF comenta:

Realmente, esse Bial, ele próprio: 
 

Verbete: energúmeno 
[Do gr. energóumenos, 'trabalhado, possuído' (por demônio).] S. m. 
1. Endemoninhado; fanático; possesso: "redemoinhar sempre em fantásticos corrupios, como um doido, como um energúmeno, sempre, sempre, sempre" (Ramalho Ortigão, Crônicas Portuenses, p. 29). in Aurélio Eletrônico.

 

Sabemos não, senhor Pedro, o que é internet! Tivesse acontecido no tempo antigo o que aconteceu agora, o senhor teria sido colocado para o boi lamber. Sabem a origem da expressão "você é meu e o boi não lambe"? 

Foi assim: um ladrão mais afoito resolveu atacar os bodes e as galinhas do meu tetravô, Dionísio, conhecido também, no trecho, como Jumentão da Maravilha. E o coronel já tinha mandado um aviso para o cabra: "digam a esse cabra que ele num se meta a besta". Pois se meteu, assim igualzim a esse outro Pedro. [O ladrão também era Pedro].

O coronel mandou amarrá-lo nu, ao moirão do curral, igual àquele quadro da escravidão, de Debret. A barriga junto do moirão, a bunda p'a trás, livre, ao boi, como no quadro. E então mandou caramelar o cabra-ladrão com mel de furo, também chamado melaço. E soltou o boi. Boi, bicho doido por mel, logo começou a lamber o ladrão. O ladrão contou: "no começo eu até estava achando bom". 

[A língua de boi é pior do que lixa grossa. Cinco lambidas já mina sangue. Sangue e mel, assim mesmo, agridoce! O boi endoida com a "iguaria" e lambe, e lambe, com mais vigor!] 

"Ai-ai-ai, meu coronelzim de Nosso Senhor Jesus Cristim! valei-me, meu São Bento! valei-me, meu padrim!" — gritava o infame. Minha tetravó ouviu a gritaria e correu para acudir. Perguntou pra que era a outra cabaça de mel, ainda intacta. É pra operação formigueiro, muié! — disse meu tetravô, coronel. Ela, muito piedosa, conseguiu mandar soltar o cabra, que assim escapou da segunda etapa: a bunda empapada de mel de  engenho, às formigas. O cabra

converteu-se, virou profeta, conhecido como Pedim, o Lambido. Era um grande pregador, dos melhores. Virou também cantador, e dos bons, menos em assunto de boi e de mel. E de internet — dizem que não aceitava, em hipótese alguma, cantorias de internet. O senhor escapou por pouco, senhor jornalista Bial.

 

Em tempo:
O poeta Pedra Bial retornou a Fortaleza, num belo projeto de poesia recitada,  [8.12.1999], Centro Cultural Dragão do Mar, e recitou um belíssimo poema de dona Rachel. Foi aplaudido de pé!



Escrito por Joni Bigoo às 13h32
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www.secrel.com.br/jpoesia

 Procurando a poesia de Pedro Bial na NET, encontrei esse artigo interessante... De qualquer maneira, visitrem o site www.secrel.com.br/jpoesia

 

Jornal de Poesia 


 

Pedro Bial humilha dona Raquel de Queiroz
e os cearenses preparam um boi
para lambê-lo

(in jornal O Povo)

Ombudsman

LIRA NETO

Bial e o nosso provincianismo

"Impressionante a deselegância e a arrogância contidas na carta assinada por Pedro Bial no O POVO de 5 de outubro. Sem qualquer noção de civilidade, o jornalista chamava o repórter Emerson Maranhão de ``pulha'' e ``energúmeno''. Como se não bastasse, ameaçava o jornalista do O POVO de agressão física: ``que se cuide: é bom não cruzar comigo e se identificar, pois pode muito bem levar uns piparotes na cabeça - essa parte do corpo onde ele carrega os intestinos'', dizia a carta, num estilo que beirava o impublicável. 

A ira de Bial se deu por conta de uma nota publicada pelo O POVO, na cobertura da Feira do Livro de Fortaleza. A nota questionava uma pergunta da entrevista-espetáculo de Bial com Rachel de Queiroz, no palco do Centro de Convenções: ``Rachel, você sabe o que é internet?'', perguntou Bial à escritora cearense. Bial não disse, mas referia-se a entrevista anterior dada por Rachel, que, sempre bem humorada, então afirmara não saber ``o que era internet''. Mas a pergunta, descontextualizada, provocou incômodos na platéia cearense. 

A carta grosseira de Bial foi desproporcional ao conteúdo da nota escrita por Emerson Maranhão. Mas bem que pode servir de lição para nosso incorrigível provincianismo. Poucos dias antes da publicação daquela carta, O POVO havia dado uma matéria de página inteira sobre Pedro Bial. Há uma grave inversão na hora em que o jornalista passa a ser a própria notícia. Quando repórteres e colunistas da grande imprensa paulista ou carioca aportam por estas bandas, os jornais locais costumam tratá-los como estrelas. No caso, estrela global. Chegamos ao extremo de entrevistar Bial para indagá-lo sobre o que ele iria perguntar, no dia seguinte, na entrevista que faria com Rachel de Queiroz. Era o paroxismo.
 



Escrito por Joni Bigoo às 13h32
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APE-SE

ASSOCIAÇÃO AMAPAENSE DE ESCRITORES - APES
Verba volant, scripta manent - Fundada em 01/06/1989
Primeira entidade literária do Estado do Amapá
 
DO CONCURSO LITERÁRIO MACAPÁ COM TODAS LETRAS

PRÊMIO ISNARD LIMA FILHO (*)

 

PERÍODO DE INSCRIÇÃO:

1. OBJETIVO
O CONCURSO LITERÁRIO MACAPÁ COM TODAS AS LETRAS - Prêmio Isnard Lima, realizado pela Prefeitura de Macapá em parceria com a Fundecap e Associação Amapaense de Escritores – APES, objetiva premiar obras inéditas, em língua portuguesa, de autores brasileiros natos e naturalizados, nas categorias contos e crônicas, sendo os contos de temática livre e as crônicas tendo como temática a cidade de Macapá.

2. INSCRIÇÕES
I - As inscrições encontram-se abertas das 8:00 às 18:00 horas, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, no período de 5 de fevereiro de 2006 a 18 de março de 2006, na Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda, na Rua São José, 1800 – Centro – Macapá – AP.
II - O candidato poderá inscrever no máximo 03 (três) obras em cada categoria, usando pseudônimos diferentes para cada uma das categorias.
III - É vedada a participação de funcionários da Coordenadoria de Cultura da Prefeitura de Macapá, da Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda e de membros da Comissão Organizadora.



Escrito por Joni Bigoo às 12h48
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Porta-Curtas

Confira o filme e as novidades da semana!!

Cachorro Louco
Sabe quem consegue acompanhar o ritmo frenético da maior metrópole da América Latina? Acompanhar não... ultrapassar! Os Moto Boys. Assista, mas antes olhe para os dois lados.

É a vida!
Sua vida amorosa vive um Momento Trágico? Você está tão em baixa que não tem grana sequer para uma terapia? Então só uma boa comédia pra aliviar... assista a este curta que é uma verdadeira catarse!!
» Rir pra não chorar!!



Talento inédito!
Morador da favela do Cantagalo no Rio de janeiro, Adão Xalebaradã é compositor de mais de 500 músicas e nunca foi gravado no Brasil. Só Daniela Thomas, João Moreira Salles, Katia Lund e Walter Salles juntos poderiam reparar essa injustiça.
» Adão, Somos todos filhos da terra!

Todas as mulheres do mundo
Loiras, morenas, ruivas, baixinhas, charmosas, sensuais - elas estão todas expostas na vitrine. Se Deu no Jornal, está aqui!
» Um dos vencedores do Prêmio Porta Curtas de 2005

O rei da sanfona de boca!
Ele aprendeu a tocar gaita num salão de sinuca! Criador de instrumentos, foi sonoplasta em uma companhia de teatro mambembe! Agora ele é a estrela musical de mais um Som na Rua a brilhar nas telas do Fantástico!
» Salve Tavares da Gaita!



Não tem botão de "Assista"?
Quer ver algum filme que não está disponível no Porta Curtas? Quer pedir pelas novidades ou então assistir aos clássicos? Envie sua sugestão à equipe de curadoria.



Escrito por Joni Bigoo às 15h51
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Vamos Nessa! Mandem os seus também!

Olá, amigos.

Boa tarde!

Tenho novos textos publicados em http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=1263. Acessem e deixem os seus comentários. Ficarei feliz em vê-los por lá. Um forte e fraterno abraço a todos vocês.
Curto a todos de montão. POdem ter certeza. Valeu!!!

Prof. José Flávio da Paz
Macapá-Amapá
(96)9122 8095

Escrito por Joni Bigoo às 15h44
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Novidades

A FACED - Fundação Artístico-Cultural e Educacional do Amapá será órgão organizador do Dia Global do Voluntariado Jovem 2006, no Amapá.
Solicitamos divulgação máxima nessa empreitada e aproveitamos para informar que tal logo as festividades carnavalescas aconteçam, serão iniciadas nossas atividades de concretização do Dia do Voluntariado Jovem 2006.
Obrigado.

Prof. José Flávio da Paz
Pres. FACED.
(96)9122 8095


Escrito por Joni Bigoo às 15h42
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